segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Viagem a Piracicaba!

Em maio decidimos a Claudia do bLog Mamãe da Isabella, irmos para Piracicaba prestigiar o aniversário da Yasmin filha da Alessandra Maestro e no dia seguinte o aniversário da Laura filhinha da Ariane, ambas amigas minhas de um grupo de mães desde que estávamos grávidas!

A Ariane e a Claudia eu já havia conhecido pessoalmente em janeiro, e combinamos de ir pra lá, fazendo surpresa para a Alessandra.

Chegamos e ficamos no hotel que a Ariane havia reservado, nos arrumamos e nos encontramos com a família da Claudia no hotel, ficamos no mesmo hotel e a noite fomos fazer a surpresa na festinha da Yasmin.

Estava ótimo, a decoração maravilhosa, muitas guloseimas e lembrancinhas gostosas, as crianças se divertiram muito! Nós mulheres conversamos bastante e deixamos os papais correrem atrás dos pequenos! hahaha
Depois da festinha voltamos ao hotel, eu e a Claudia e as crianças fomos dormir e os papais ainda sairam pra bater papo!

No dia seguinte tomamos café da manhã no hotel e fomos conhecer o museu da agua, foi um passeio bem gostoso, caminhamos muito e meu pé ficou quebrado! Ainda bem que a Claudia usa o mesmo numero que eu e trocamos um pouco de sapato! hahaha

Na hora do almoço fomos para a festinha da Laura, estava muito boa, as crianças brincaram muito tb e o churrasco tava uma delícia! Pena que não ficamos até o final pois ainda teríamos que pegar estrada pra casa!

Foram 2 dias maravilhosos na presença de amigas que amo muito!

Ai vão algumas fotinhos!







terça-feira, 26 de novembro de 2013

Desfralde parte 3

Bom continuamos no processo... Sem fraldas durante o dia, com fraldas a noite pra dormir...
Nos últimos dias em Brasília o negócio foi melhorando, e agora já voltamos para casa.

Ele está pedindo para ir ao banheiro, mas em casa quando está muito concentrado não pede, se eu pergunto ele tb fala que não e ai o que acontece???? vaza.... o bom é que isso não ocorre com frequência!

Tem dias que fica sem nenhum escape, todos xixis na privada!!! Uhullll Ai a noite na hora que vai deitar coloco fralda, e já observei que 3 noites a fralda amanheceu seca, sem nenhum xixi! Estamos evoluindo!

Agora ele já pede para fazer cocô no banheiro tb!!! Uffaaa esse era o pior problema, limpar cueca com cocô ninguém merece né?

Fora de casa ele se comporta melhor, pede para fazer xixi, e se percebo que fica muito tempo sem fazer o levo ao banheiro e fora de casa ele não briga, faz tranquilamente!

E por ai como andam as coisas?

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Encontro com a amiga virtual Clara e Davizinho!

Nesta sexta feira dia 08/09 fomos nos encontrar com a Clara e com o pequeno Davi.

Clara é uma das muitas amizades que fiz desde que estava grávida, pelo site Baby center, mesmo grupo de outras amizades virtuais que já conheci e postei aqui!

Essas amizades são umas das grandes maravilhas da maternidade! Amigas que sei que serão para sempre, independente de qualquer coisa! Amo todas e com a Clara não foi diferente!

Nos encontramos no shopping, logo depois deixamos as duas ferinhas na brinquedoteca, aonde se divertiram muito, e fomos tomar um café! Foi muito gostoso, como se já nos conhecêssemos!

Amei conhecer pessoalmente a Clara que é uma fofa e linda e o gatão do Davi!

E ai vão duas fotos do encontro!



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Desfralde parte 2

Dia 28 de outubro aumentamos o processo (na semana anterior fizemos somente em casa mas na escola ainda ia de fraldas), ele começou a ir pra escola só de cueca!

Logo depois de acordar tirávamos a fralda e passava o dia todo sem, só colocávamos a noite, antes de sair de casa levava ao banheiro, e assim que chegava em casa!

Em casa foi sucesso! O xixi quase não escapava, ele vinha pedindo bem lindo, falava xixi e corria ao banheiro, vez ou outra sai uns pingos na cueca mas ele segurava e corria ao banheiro! O cocô pelo contrário, nunca pedia!!

Na escola foi demais, eu morrendo de medo de escapar e ele ficar molhado mandei na mochila 6 cuecas e 6 shorts! Exagerada? Pouco né? hahaha Nenhum dia precisou! Não escapou nenhum pingo, nunca, na hora do soninho a tia levava no banheiro e assim que acordava tb! Fiquei muito feliz!

Massss dia 02/11 viajamos para Brasília na casa do meu pai, fiquei com medo de trazer ele sem fralda pois a viagem é longa, 1h de espera no aeroporto, 40min de viagem, + 1h de espera em Congonhas e +1:40 de voo, então comprei aquela fralda da Huggies Up & Go, para que não conhece o blog Bagagem de Mãe fez um post sobre ela. Desde que chegamos o negócio desandou, a mudança de rotina, os passeios longos (coloco a fralda), e a teimosia fizeram tudo retroceder...

Ele não pede mais pra fazer xixi, se eu levo ao banheiro ele faz, mas muitas vezes ele não quer ir! Isso desanima! Mas em compensação quando o levo pra fazer xixi ele aproveita e faz força pra fazer cocô que na maioria das vezes sai na privada e não mais na cueca! Só hj limpei 4 xixis... afff isso que fica chamando pra ir ao banheiro mas ele não quer!!

Alguma dica?
E por ai como foi ou como anda o desfralde?



quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Desfralde parte 1

Aqui dia 21 começamos o processo de desfralde do Antonio, pesquisei muito antes, desde o início do ano comprei redutor de privada e nas trocas de fralda e antes do banho já o colocava pra fazer xixi lá para ele ir se familiarizando com o redutor e com a privada!

Como optei por redutor e não pelo penico:
- O redutor não precisa ser lavado a cada vez que vai ao banheiro;
- a criança já se habitua a privada e não precisa de 2 transições, fralda x penico e depois penico x privada!
- quando saímos de casa nunca levamos penico, e na privada ele faz em pé ou se é numero 2 é só forrar com papel, já ouvi casos em que a criança se acostumou com penico e não fazia fora de casa de forma alguma pq não tinha penico, e fazia na roupa!

Esses foram alguns dos motivos que me lembrei que foram responsáveis por minha, nossa (papai e eu), na decisão!

Pesquisei bastante sobre esse processo, que foi o que mais tive medo desde a gestação, e descobri alguns sinais, coisas que achei interessantes e importantes, ai vai:

Espere o momento certo

O segredo do sucesso do desfraldamento é só começar quando a criança realmente já tem capacidade física para segurar as necessidades (ou seja, tem controle esfincteriano). Embora existam crianças que conseguem fazer isso já com 1 ano e meio, outras só vão estar prontas depois de completar 3 anos.
Você talvez já tenha ouvido falar que meninos demoram mais para largar a fralda que as meninas, o que é verdade. E o primeiro filho também demora mais a desfraldar, se comparado com o irmão mais novo.
Estudos já demonstraram que, quando se tenta adiantar o processo, o que acontece é que ele acaba levando mais tempo. Ou seja: o resultado é o mesmo, mas começar antes da hora dá muito mais trabalho, e é bem mais estressante para todo mundo.

Sinais físicos

Anda com firmeza, e até consegue correr.
Faz bastante xixi de cada vez (e não de pouquinho em pouquinho).
Faz um cocô razoavelmente sólido, em horários mais ou menos previsíveis.
Fica "seco" por pelo menos três ou quatro horas, ou seja, os músculos da bexiga conseguem segurar a urina.

Sinais de comportamento

Consegue ficar sentado na mesma posição por entre dois e cinco minutos.
Consegue abaixar e levantar as calças.
Fica incomodado quando a fralda está suja ou molhada.
Demonstra interesse nos hábitos de higiene (gosta de observar os outros irem ao banheiro ou quer usar cueca ou calcinha).
Não demonstra resistência à idéia de usar o penico ou a privada.
Está numa fase em que gosta de colaborar, e não numa fase "do contra". 

Sinais cognitivos

Consegue seguir instruções simples, como "vá pegar aquele brinquedo".
Entende que cada coisa tem o seu lugar.
Tem palavras para xixi e cocô.
Entende os sinais físicos de que está com vontade de ir ao banheiro, e consegue pedir para ir (ou até segurar a vontade um pouco).
Verifique se a rotina do seu filho está tranquila, sem grandes mudanças à vista. Novidades na escola ou na família tendem a atrapalhá-lo. Preste atenção também para ver se ele dá abertura para essa grande mudança. O ideal é que ele não mostre resistência quando você mencionar o assunto.

Crie uma estratégia para o desfraldamento

Em primeiro lugar, você vai ter de decidir se vai tirar a fralda diurna de uma vez só ou se vai fazer a mudança de forma gradual, colocando fraldas sempre que necessário.
Tirar a fralda de uma vez só às vezes agiliza o processo, mas você tem que se preparar para um grande número de acidentes. A situação ideal para fazer isso é no calor, de preferência quando você for passar bastante tempo em casa, sem grandes compromissos. Existe a chance, se ele estiver realmente pronto, de em menos de uma semana o desfraldamento estar completo.
A retirada gradual tende a demorar bem mais, mas se encaixa mais na rotina e nos compromissos, como a escola, saídas para a casa da avó etc. Nesse caso, proponha deixá-lo sem fralda por algum tempo sempre que puder, e faça bastante festa quando ele pedir para fazer xixi ou cocô no penico, ou quando a fralda ficar seca.
As pull-ups, fraldas de treinamento que vestem como cuecas, são boas para esta fase, porque não vazam se ele esquecer de pedir, mas podem ser baixadas e levantadas pela própria criança, o que não acontece com a fralda, que precisa ser aberta e muitas vezes não pode ser reaproveitada. O inconveniente é que esse tipo de fralda especial é caro e mais difícil de encontrar.

Ensine o menino primeiro a fazer xixi sentado, depois em pé

Como muitas vezes o xixi e o cocô vêm juntos, e nem sempre a criança sabe identificar qual deles está para sair, faz mais sentido ensinar o menino a fazer xixi e cocô do mesmo jeito, sentado, pelo menos no começo. Outra vantagem é que ele pode se concentrar na coisa em si, sem ter de se preocupar em acertar a pontaria.
Mostre que ele tem de colocar o pênis para baixo, com a mão, para que o xixi não escape para todo lado. Isso mesmo na hora de fazer cocô: às vezes o xixi vem junto, conforme ele faz força.
Uma vez que ele esteja fazendo xixi direitinho sentado, você pode propor que ele tente fazer em pé na privada. Use um banquinho (cuidado para ver se ele não vira nem escorrega). Não há pressa para isso.

Deixe andar pelado pela casa 

Esse é um jeito de evitar o xixi na calça. Aproveite dias de calor e deixe-o brincar pelado pela casa (ou, pelo menos, em algum lugar que não cause grandes prejuízos se ele fizer xixi no chão). No começo, as escapadas de xixi são inevitáveis, e assim você não molha tanta roupa, e a criança não se sente tão mal por ter feito xixi na calça.
Não se esqueça de comemorar muito sempre que fizer xixi ou cocô no lugar certo. Você pode dar prêmios, de preferência ligados ao fato de que agora ele é uma criança grande: o direito de ver um filme, de ficar acordado até mais tarde, de ganhar adesivos etc.
Por outro lado, segure a ansiedade porque, se cada ida ao banheiro for a coisa mais importante da sua vida, ele vai perceber e ficar nervoso. É muita responsabilidade para uma criança tão pequena. Procure tratar tudo como uma brincadeira, com naturalidade.

Facilite as coisas

Este não é o momento para usar jardineiras, macacões, vestidos complicados, meia-calça e calças com cinto. Prefira roupas de elástico, fáceis de pôr e tirar, e compre cuecas e calcinhas larguinhas.
http://www.pediatriaemfoco.com.br/posts.php?cod=302&cat=3

Continua no próximo post.....

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Reunião na escola

Ontem teve reunião na escola do Antonio, para finalizar o terceiro bimestre e iniciar o quarto.
Fomos comunicados das mudanças que terão ano que vem, quando ele for para o Infantil II: Não terá mais soninho, não poderá mamadeira, nem chupeta e cheirinhos (ele já não tem), a turminha terá mais alunos podendo chegar a 22 ou 24, não me recordo, com 1 professora e 1 auxiliar, terão mais aula do que este ano, e já começarão aulas de inglês, e ano que vem na escola terá tb um jardim sensorial!
Foi mostrados os trabalhinhos e o que eles aprenderam e o que aprenderão neste bimestre.
E vimos tb o projeto folclore que eles fizeram:


Soube que ele é mto teimoso, mas que mostrando as regrinhas (tipo aquelas da super nanny) ele para de desobedecer, nem precisa pensar.
Adora a hora de fazer oração e cantar pro papai do céu!

É isso!

Nosso sumiço

Que saudade deste cantinho, ano passado, quando escrevia, estava em uma de procurar emprego, ai arrumei emprego, Antonio na escola, e fui cada vez escrevendo menos, até acostumar com a rotina é duro né?
Depois ele ficou internado como postei pra vcs e ai que dei uma desanimada legal de escrever, era mta preocupação com ele, mtos cuidados e fui deixando este cantinho que amo totalmente de lado!

Este ano dá pra contar nos dedos de 1 mão o quanto escrevi! Senti mta falta, mas arrumei outro emprego, nova rotina, nova adaptação, e agora no início deste mês saí! Agora está tudo bem, fora a parte financeira, mas vamos dando um jeitinho né?

Já estou pensando no que escrever pra vcs! Vcs tem alguma dica?
Beijinhos!


sexta-feira, 29 de março de 2013

Estamos em outro cantinho

Oi Pessoal tom precisando tirar as teias de aranha do blog né?
Aqui está td bem mas bem corrido por isso meu sumiço!

Vim pra falar que hoje estamos no blog Mãe Para Sempre falando sobre doação de leite materno!

Passem lá pra dar uma olhada!

Beijinhos

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A terrível crise dos 2 anos



O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Amigas

Sabe quando vc tem amigas virtuais que conhece há 2 anos e 4 meses, que vieram 

junto com o presente que Deus te trouxe,seu filho, que compartilham sucessos,

 frustrações, alegrias e tristezas, que te dão força e falam pra seguir em frente 

que vc vai conseguir, que tem ombro amigo pra sempre que precisamos? Ai você

 conhece pessoalmente e descobre que elas são muito mais do que vc imaginava?

 Muito mais amigas do que vc pensava e muito mais maravilhosas? Que quando vc

 vê elas e cada um dos seus filhos sente vontade de abraçar e chorar,

 principalmente por saber que no momento mais difícil de sua vida, quando seu

 filho esteve internado elas foram as mais presentes, mais do qualquer pessoa que 

more perto de você! E quando uma delas te recebe de braços abertos em sua 

casa, faz vc dormir na cama dela, faz aquela comidinha gostosa e faz vc se sentir

 em casa, e mais achar que vc e ela são mais do que amigas, são praticamente

 irmãs, ou se dão tão bem que parece que desde crianças são amigas? É muito 

bom!!!! Pena que moramos longe....



















sábado, 2 de fevereiro de 2013

Culpa Não

Tive uma gestação tranquila, planejada, e desde o início com convicção de que teria um belo parto normal!
Ao longo da gestação continuava com os mesmos planos até que com 34 semanas de gestação entrei em trabalho de parto prematuro, passei 2 dias com contrações, que eu imaginava serem de Braxton Hicks, até que ao sair do trabalho 20:30 da noite eu entrei no carro e não aguentei de dor, fui direto para a maternidade. Chegando lá vi que meu celular estava sem bateria, meu marido estava trabalhando e não consegui falar com ele e não tinha família na mesma cidade que eu, consegui avisar alguém que eu estava internada no meio da madrugada. Foi desesperador saber que meu filho poderia nascer e eu ali sozinha, sem roupas, sem mala, sem escova de dentes, sem companhia.
Enfim deu tudo certo, fiquei 3 dias no hospital e fui para casa tomando remédio para inibir contrações e tendo que fazer repouso absoluto. Aí que comecei a rever meus conceitos, se queria mesmo ter meu tão sonhado parto normal ou se marcasse uma cesárea eletiva seria a melhor opção.
Fiz uma enorme lista, de prós e contras, tudo no meu caso, e pensei que no parto normal é tudo natural, o Antonio nasceria assim que tivesse preparado, a recuperação seria melhor, o leite desce mais rápido, e todas os enormes benefícios que vem junto, mas o contra seria eu poderia vivenciar isto tudo sozinha, lembrei do pânico que tive no trabalho de parto prematuro de ter que ficar sozinha nos hospital. Imagina ter seu bebê ali sozinha? Sem sua mãe ao lado, sem o pai do bebê, sem malas, sem nada!
Na cesárea, sim eu poderia adiantar o momento do Antonio, corria o risco dele não estar preparado, complicações de uma cirurgia, corte, pontos, risco de infecção e blá blá blá mas, seria em um horário e dia marcado, eu estaria pronta, meu marido e minha mãe com certeza estariam comigo naquele momento. Pensei muito e decidi marcar! 
A partir deste momento minha mãe que mora longe comprou passagem para o dia anterior, meu pai e minha irmã que moram em outra cidade tb compraram, marquei com fotógrafo para ter todos os momentos registrados, revi a mala da maternidade, me despedi do barrigão e o mais importante: fui conversando muito com o Antonio, acho que foi uma forma de me sentir menos culpada pela cesárea, explicava que ele seria tirado de dentro da mamãe, que teria luzes fortes, que teria muitas pessoas que o pegariam, examinariam, mas que seria o melhor momento, que seria o nosso momento de nos conhecer, que depois de tudo isso a mamãe pegaria ele no colo, daria beijinhos, um cheirinho e muito mamá.
Chegou o tão esperado dia 29/04/2011 estava tranquila, 12h fomos eu, meu marido e minha mãe para a maternidade. Fiquei tranquila até entrar na sala de cirurgia. 
Minha pressão baixou muito por conta da anestesia, quase desmaiei duas vezes, tive que tomar medicamento, meu marido entrou e sentou ao meu lado, me deu a mão, me senti segura.
Logo o obstetra fala que vai nascer, 14:20, meu marido levanta, ouço um choro, forte! E ai sim chorei muito, de emoção, trouxeram Antonio para eu conhecer, queria pegá-lo, abraçá-lo, amamentá-lo, mas estava com as mãos amarradas e não pude, só dei um beijo e senti seu cheirinho.
Levaram junto com meu marido para examinarem e eu lá amarrada, ele voltou já com roupinha e eu novamente só pude dar um beijinho.
Fui para o quarto por volta das 16h e só meia hora depois o trouxeram, lindo perfeito. 
Queria muito ter tido parto normal, saber que eu fiz meu filho nascer, queria que assim que nascesse eu o pegasse, colocaria ele no peito para amamentar, sofro por não ter feito isto, mas sei que naquele momento vi o que era melhor pra mim. A cesárea foi o melhor, eu estava tranquila, e com as pessoas que amava ao meu lado e não fiquei desesperada por estar sozinha. 
Isso alivia minha culpa e sei que ter feito cesárea não me faz menos mãe do que ter feito parto normal!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Pneumonia: 3º e última parte!

Antonio passou mais 2 noites na uti até que fomos para o quarto novamente.
Desta vez ficamos em um quarto particular dentro da ala da maternidade pra caso ocorresse algo novamente  seríamos prontamente atendidos, na frente da nossa porta já é a entrada da uti neonatal, aonde ele ficou.
A partir daí tudo foi melhorando, retirou o dreno de tórax e ficou apenas com o intracath no pescoço pra continuar recebendo os antibióticos, descobrimos que ele está com muita anemia e que ficou uma pneumatocele, que é uma bolha no pulmão.
Me sentia em casa, o quarto era enorme e ótimo, o atendimento nem vou falar, era simplesmente excelente! Toda equipe de enfermagem e médica, faziam tudo para nos deixar bem além de cuidar muito bem do meu pequeno! Todas muito simpáticas e muito competentes, pessoas que tenho muito a agradecer!

Tivemos alta dia 02/11/2012, depois disto tivemos algumas consultas com pneumologistas e com a pediatra dele, que foi quem nos acompanhou na internação. Fizemos mais alguns raio-x e por conta da pneumatocele ficamos até o Natal de "castigo" em casa pois o Antonio não poderia ter contato com muitas pessoas, muito menos em locais fechados pois estava com a pneumatocele e com imunidade baixa. Mas já recebemos alta e fico muito feliz em informar a todas vocês que se preocuparam que o

ANTONIO ESTÁ ÓTIMO!

Em fevereiro voltaremos na pediatra para ver se a anemia sumiu, estamos com medicamento, e para fazer exames e ver a imunidade dele se está boa!

No total ficamos 15 dias internados, tivemos momentos tristes, alegres, de preocupação e de alívio, tive muito apoio da minha família que veio para me ajudar e de muitas amigas que me ligaram para falar palavras bonitas para levantar meu astral, que mandavam mensagens de apoio e pela grande corrente de orações que muitas, mas muitas pessoas que eu nem conheço fizeram pelo meu príncipe!

Fico muito, mas muito emocionada mesmo de lembrar o que passamos e de todo apoio que tivemos, principalmente de pessoas, AMIGAS, que nem conheço pessoalmente.

Agradeço em especial as amigas Ariane's (mamães do André e da Laura) e a Claudia Leite (mamãe da Bella) que muitas de vcs conhecem de blog, e também ao grupo de mamães de maio que participo desde que estava grávida! Amo vcs meninas!

A tia Mari (professora do Antonio) e Claudia Pinholato que ligavam para saber do pequeno e rezavam muito junto com sua família por ele!

Tudo passou e a partir de agora vida nova! E ai o sorriso dele agradecendo a todos!




quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Pneumonia: parte 2 o susto

Então, continuando...

Assim que ele acordou da anestesia entrei na uti e fiquei com ele, ele já era outra criança, já estava mais corado e animado do que esteve a semana inteira!!! Só de ver cor nos lábios dele e no rostinho fiquei muito feliz, pois antes via todas as veias na bochechinha!

Era duro segurá-lo, compramos um dvd portátil e levamos vários dvds do cocoricó e galinha pintadinha para tentar segurar, fora a amiga inseparável dele, a Zazá do cocoricó!

Ele comia super bem, não tentava mexer no soro nem no dreno, foi um anjinho, parece que sabia que aquilo era para seu bem!

Tive um stress terrível com o plano de saúde pois como falei no post anterior ele iria para o hospital Beneficência Portuguesa só para a cirurgia e depois que tivesse alta da uti teria que voltar pra lá, São Lucas. A enfermeira me falou que teria alta da uti naquele dia e que viriam buscá-lo mesmo ele estando com o dreno, eu não queria que ele fosse embora daquele hospital aonde estavam nos tratando tão bem para um horrível que teve erro da equipe de enfermagem!

Estávamos na UTI e o maqueiro do São Lucas entrou com a maca para pegar o Antonio, eu disse que meu filho não sairía de lá e ele podia ir embora, meu pai entrou em contato com a ouvidoria e meu marido tb e falaram para eles que esse era o combinado se ficássemos naquele hospital teríamos que pagar particular e que 2 moças do plano iriam até lá conversar comigo!
Meu pai ligou tb na ANS e  ANVISA se não me engano para registrar reclamação
Foi lá uma assistente social e uma da gerência do São Lucas conversar comigo para entender pq eu não queria que ele voltasse pra lá. Expliquei o erro que fizeram, da crise de alergia, da demora pra atender.... e elas ficaram de analisar e nos telefonar pra saber o que foi decidido.
No mesmo dia ligaram e falaram que poderia ficar enquanto estivesse com o dreno mas assim que tirasse teria que voltar para o hospital São Lucas.

Fomos para o quarto numa ala de internação aonde ficam pacientes em recuperação de cirurgia. Estavamos bem lá, Antonio comendo bem, se recuperando bem mas perdendo muita veia, por dia tinha que furar umas 6 vezes e sempre perdia o acesso. Decidimos colocar intracath, a pediatra daria uma sedação leve e colocaria um cateter na jugular externa, no pescoço, pois assim ficaria mais fundo e em uma veia de grande calibre e não teria que furar o coitadinho. E assim fizemos, mas, ele não reagiu a sedação, ele não sedava e ficava me chamando, ficou sonolento mas não dormiu, ela passou o intracath mas no final quando ela estava dando os pontos para fixar ele puxou para fora e o intracath ficou só uns 2,5 cm pra dentro dele. Mas tudo bem!

Dia 22, 5 dias após a internação ele fez jejum para fazer uma tomografia e ver como estava o pulmão. No início da tarde fomos para a tomografia (dentro do hosp.) foi uma anestesista para sedá-lo e fez. Voltamos para o quarto.
Final da tarde quando foram passar a medicação no intracath a enfermeira viu que estava obstruído e foi tentar desobstruir passando soro, o Antonio estava no meu colo sentadinho. No que ela passava o soro no cateter ele começou como se fosse engasgar ela parou de passar e ele foi piorando, aquelas tosses de como estivesse engasgado e ele foi ficando roxo e desfaleceu, ficou mole e roxo, ela saiu correndo para chamar um médico, eu o virei de barriga pra baixo e meu marido começou a dar tapas fortes nas costas dele e começou gritar pra ele voltar, vi que ele estava sem respirar e sem batimentos cardíacos!! Muitas pessoas da equipe de enfermagem do setor ficavam entrando e saindo do quarto sem saber o que fazer! Nisso aquela enfermeira, Letícia, que havia ido chamar médico voltou, deitei ele na maca, ele parecia um boneco de pano, mole, como se não houvesse ossos em seu corpinho, roxo inteirinho, de olhos fechados, ela começou a fazer massagem cardíaca nele, meu marido tentou abrir a boca dele e não conseguiu, ele havia serrado a boca, e ela continuando a massagem cardíaca, pensei muito rápido: Meu filho está com a boca fechada assim não vai respirar e vai morrer, eu NÃO vou deixar meu filho morrer! Parece que naquele instante Deus me deu a mão e eu com muita força conseguir abrir a boca do Antonio, segurar aberta puxado a linguinha dele pra baixo enquanto ela permanecia fazendo massagem cardíaca! Ai ele tossiu e foi voltando, foi recuperando a cor, ficou com carinha assustada olhando em volta. Nisso chegou a médica e começou a examiná-lo.

Ví que ele enfim estava bem e comecei a chorar, chorei como nunca havia chorado na minha vida! Ví meu filho morto na minha frente! Mas Deus como sempre foi muito bom e o trouxe de volta pra mim! O levaram para a UTI novamente, fui junto mas não estava me sentindo nada bem, troquei de lugar com meu marido, ele ficou na UTI com o Antonio e fui para o quarto em que estávamos para tomar um bom banho!

Sabia que tínhamos chegado ao fundo do poço, que agora só iria melhorar, estava muito triste com o ocorrido, muito assustada, a imagem do Antonio "morto" não saía da minha memória, mas estava ao mesmo tempo imensamente feliz por ter ele novamente conosco!

Tomei banho, chorei muito, agradeci muito a Deus, recarreguei minhas energias e voltei para UTI para ficar com ele! Chegando lá ele estava bem, já sorria, mas estava com oxigênio, com o intracath (cateter no pescoço), com todos aqueles monitores no tórax, pra ver o batimento cardíaco e respiração e com o dreno.

A médica falou que ele estava super bem mas permaneceria na UTI só para passar o susto, e que naquela noite iria pro centro cirúrgico colocar corretamente o intracath pois teria que ficar mais um tempo nos hospital!

No que ele foi pro centro cirúrgico aproveitei pra dar uma relaxada, se é que é possível, fui com o marido em casa pegar mais roupas e comer, voltamos no tempo que haviam nos falado que demoraria a cirurgia, chegamos ao hospital e já subimos com ele para a uti, ele estava bem, sonolento e agitado devido a anestesia.

Continua na parte 3!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Sumiço: Antonio dodói!

Que saudade, mas sumi por motivos de saúde, aliás doença do pequeno.
Antes já estava ausente pois estava trabalhando e nas horas vagas cuidando do pequeno e da casa, eis que depois que comecei a trabalhar, final de setembro, eu vivia gripada e ele ficou gripadinho tb, melhoramos mas a tosse dele e o chiado no peito persistiam, um dia ficou ruimzinho e aproveitei e perguntei pra pediatra de plantão no pa e ela falou que o pulmão estava limpo.
Se não me engano dia 10/11 a noite começou a ter febre, baixinha mas medicada e passou, no dia seguinte fomos no show da Galinha Pintadinha e dos Bakyardigans e lá notei que ele estava muito quietinho e depois febre. Segunda feira a noite febre muito alta 39,9, de madrugada fomos no pa e o médico disse ser gripe e que era só medicar pra febre e que o pulmão estava limpinho, que o chiado era pq tinha secreção no narizinho... Terça foi na escola e o papai foi buscar pq teve febre na escola. Quarta teve febre muito alta novamente e levei no pa de novo o medico examinou muito bem disse que o pulmão estava limpo e que ele tava com uma infecção gigante no ouvido por isso estava com febre e tão amoadinho, só queria dormir e ficar deitado!!! Passamos o dia no hospital tomando soro na veia, fez exames descartou meningite que ele havia suspeitado tb, e receitou 5 dias de antibiótico injetável. No sábado, após 4 dias do antibiótico injetável, lá veio o febrão novamente!!!
Levamos no PA o médico examinou, disse que o ouvido estava bom, fez novamente exames de sangue e fezes e tb um raio x, e teríamos que voltar lá pelas 21h no hospital que o exame de sangue e urina estariam prontos! No que fez o raio x e vi já tive certeza do que era!
A noite voltamos e a suspeita foi confirmada: PNEUMONIA COM DERRAME PLEURAL!
O pulmãozinho dele já estava lotado de líquido que até vazou, por falta de competência dos médicos anteriores que não viram nada! Internação!

Passamos a noite lá, deram 2 antibióticos ao mesmo tempo pra corre na veia, deu crise alérgica nele, empelotou, inchou, vomitou, toquei a campainha pra virem atender e nada, a acompanhante de uma garotinha que estava no quarto que correu pra chamar ajuda. No que chegou a equipe de enfermagem viram e sairam dizendo que iam falar com médico, não deram nenhum medicamento pra reverter a alergia e sumiram do quarto. Por Deus que ele foi melhorando, pq só voltaram após 1h!!!

Dia 18/11/12 de manhã o pediatra plantonista passou para ver ele e disse que a situação era séria e ia conversar com o cirurgião pediátrico pra ver se faria ou não cirurgia. Na hora do almoço fomos transferidos para o hospital da Beneficência Portuguesa para a cirurgia pois aonde estávamos, no São Lucas, não tem uti pediátrica e depois da cirurgia pode ser que precisasse.
Ficamos eu e ele na UTI neonatal aguardando a cirurgia, ele estava espoleta e bravo por ter que fazer jejum. Lá pelas 15:30 foi pro centro cirúrgico.

Na cirurgia ele colocaria o Dreno de tórax, pra quem quiser saber mais ai fala um pouco sobre ele: Dreno de tórax

Durou 1 hora a cirurgia, levaram pra uti para recuperação anestésica e demorou muito para ele voltar da anestesia!!!

As 19h na troca de plantão a pediatra dele que entrou, ela não estava sabendo que ele estava doente, viu ele e disse que assim que tivesse acordando extubaria ele e me chamaria pra ficar na uti com ele. Fui pra lá era umas 21h! Ele estava só de fralda, com o dreno no tórax e aquele caninho de oxigênio no nariz, além do soro!

Opaaa Antonio acordou depois volto pra falar o resto!!! Bjss